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| Vista magnífica do Blyde River Canion, com suas formações rochosas |
Partimos de Johannesburg para a nossa
próxima estadia, nas acomodações existentes perto do Parque Kruger. Seguimos o
rumo de Mepumalanga, uma província na região nordeste da África do Sul, cuja
capital é Mabombela, situada no vale do Rio Crocodilo. Mepumalanga significa
‘lugar onde nasce o sol’, na língua zulu. A região é conhecida por suas belezas
naturais e pelos safáris nela realizados. Na rota panorâmica, observamos as
maravilhas oferecidas pela África, como as formações rochosas, além de diversas
cachoeiras. Vimos, às margens da estrada, antigas minas de ouro outrora
exploradas. Os principais enfoques da região são o Blyde River Canion, a Janela
de Deus e o Parque Nacional Kruger, que está inserido, em parte, do território
de Mepumalanga.
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| Na placa lê-se as informações sobre a atração dos Three Rondawels – Foto: Lisete Göller |
No trajeto paramos para apreciar os Three
Rondawels, denominação no africâner, que são os 3 montes arredondados que
capturam o olhar dos turistas, ao longo do percurso sinuoso do Rio Blyde.
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| Os montes Three Rondawels – Foto: Lisete Göller |
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| Os Three Rondawels acompanham o trajeto do Rio Blyde – Foto: Lisete Göller |
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| Cenário maravilhoso às primeiras horas da manhã – Foto: Lisete Göller |
Chegamos ao Canion do River Blyde (Rio
Alegre), que nasce nas terras altas de Hartebeesvlakte, a 2000 metros de
altura.
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| Vista belíssima do Canion do Rio Blyde, no mirante da chamada Janela de Deus (ao fundo), envolta quase sempre numa névoa sobrenatural, como uma janela que se abre para outra dimensão – Foto: Lisete Göller |
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| O Rio Blyde em seu percurso sinuoso – Foto: Lisete Göller |
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| O Blyde deságua no Rio Olifants, localizado na mesma província de Mepumalanga – Foto: Lisete Göller |
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| A Reserva Natural do Canion do Rio Blyde o protege, assim como outros rios e formações geológicas – Foto: Lisete Göller |
Do alto de uma das pontes, observamos
que este é margeado por formações rochosas de beleza ímpar, cuja apoteose são
as denominadas Bourke's Luck Potholes (Buracos da Sorte de Bourke).
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| A longa caminhada até os Buracos da Sorte de Bourke – Foto: Lisete Göller |
As pontes curvas, que vemos ao longo do
canion, parecem acompanhar a sinuosidade das rochas, sem interferir no contexto
da paisagem. Mais adiante, as diversas cachoeiras que se formam revelam outro
atrativo, representando o dinamismo do rio ao longo de seu curso. Até que
chegamos aos ‘buracos da sorte’, onde se jogam moedinhas para se ter sorte!
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| Pontes ao longo do trajeto do canion |
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| Os famosos Buracos da Sorte! – Foto: Fernanda Göller |
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| O Rio Treur se une ao Blyde na área dos Buracos da Sorte de Bourke – Foto: Fernanda Göller |
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| As cachoeiras são atrações imperdíveis – Foto: Fernanda Göller |
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| Imagens inesquecíveis vistas neste passeio! – Foto: Fernanda Göller |
Ao final da tarde, chegamos ao Anew
Resort White River, em Mamombela, para a acomodação, confortável e com boa
estrutura. A viagem foi programada dentro da época de seca, isto é, fora do período
chuvoso, que poderia até mesmo invalidar o passeio. No período seco, também é
mais fácil avistar os animais do parque.
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| Vista de uma das alas com seus apartamentos e estacionamento – Foto: Lisete Göller |
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| Pausa para conhecer a cerveja africana Savanna, na varanda do apartamento – Foto: Lisete Göller |
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| Tempo para admirar a paisagem ao redor do resort – Foto: Lisete Göller |
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| Na manhã seguinte, pelas 5h da manhã, tivemos um café da manhã bem simples, pois o restaurante não funcionava neste horário, porém, durante o trajeto ao parque, foi oferecido um Lunch Box para cada pessoa – Foto: Fernanda Göller |
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| O traslado até a entrada do parque foi feito por veículos 4X4, para dar início ao safári fotográfico |
O Parque Kruger é um dos mais famosos do
mundo, com quase um século de existência dentro dos moldes atuais. Há centenas
de espécies de pássaros, na maioria desconhecidos para nós, outras dezenas de
anfíbios, répteis e peixes. Há 147 espécies de mamíferos. Fomos ao esperado
encontro com os ‘Big Five’: leão, leopardo, elefante, rinoceronte e búfalo,
porém o leão não ‘compareceu’ durante o trajeto e os rinocerontes são uma
raridade de serem vistos, pois a caça predatória acabou com a grande maioria da
espécie. No parque, os animais vivem da mesma maneira que a vida selvagem, sem
interferência do homem, sob qualquer circunstância.
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| Alguns dos animais avistados: 1) Javali possui cabeça grande, verrugas na cara e presas afiadas; 2) Girafa com manchas arredondadas ou manchadas; 3) Hiena Malhada, o maior carnívoro de clã da região do Kruger; 4) Elefante Africano, o maior e mais pesado dos elefantes da África; um dos Big Five; 5) Zebra, herbívoro que habita as savanas; 6) Kudu ou Cudo, um grande antílope africano, com longos chifres espiralados (na foto vê-se uma fêmea); 7) Búfalo Africano, bovino nativo da África, grande e pesado; são muito perigosos e as manadas são controladas por fêmeas; um dos Big Five; 8) Impala, antílope que habita as savanas africanas (na foto vê-se uma fêmea); 9) Hipopótamo Africano, grande mamífero territorial e por isso perigoso, dizem ser o que mais mata no continente africano; alguns deles nas águas do rio; 10) Martim-Pescador Africano especialista em pesca aquática; 11) Bushuck, antílope de médio porte em áreas de mata e savana da África do Sul; 12) Elande é o maior antílope do mundo, que habita savanas e pradarias da África do Sul; 13) Leopardo é o maior felino pintado da África do Sul, difícil de ser encontrado e fotografado, mas o grupo teve muita sorte; um dos Big Five! – Fotos: Fernanda Göller |
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| Céu da manhã do adeus de Mepumalanga – África do Sul – Foto: Lisete Göller |
No dia seguinte, tomamos o rumo de nosso
próximo destino: a cidade de Pretória.