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sexta-feira, 2 de junho de 2023

Bosnia-Herzegovina - Mostar

 

Saímos de Medjugorje cedo pela manhã, seguindo viagem até Mostar, na região da Herzegovina, uma bela cidade medieval, que foi parcialmente destruída durante a guerra da Bosnia. Até certo ponto, Mostar foi reconstruída, porque, hoje em dia, ainda vemos muitos prédios que não foram recuperados dos estragos provocados pelas balas e bombas. Alguns até mesmo permanecem em perenes ruínas. Há os que culpam o governo por esta falta de comprometimento em reerguer a cidade... A arquitetura da cidade mescla estilos que figuraram durante o domínio dos impérios otomano e austro-húngaro.


Fernanda tendo ao fundo a Ponte Stari-Most sobre o Rio Neretva, um dos cartões postais de Mostar 

No lado leste, prevaleceu a influência otomana, com o erguimento de mesquitas, destacadas pelos seus altos minaretes, casas e comércios de estilo típico dos turcos, situada além da ponte velha. No lado oeste, predominaram as construções da época do Império Austro-Húngaro, que preconizava os estilos do art nouveau, neo-renascentista e neo-islâmico.


A Mesquita Koski Mehmed Paša (ao centro), com seu alto minarete, é uma das atrações de Mostar no lado leste

A primeira parada ocorreu em frente à Igreja de São Pedro e São Paulo, a oeste da Avenida Bulevar. Foi construída em 1866 e era a mais importante igreja católica de Mostar. Durante a Guerra da Bosnia, foi destruída após um bombardeio e reconstruída alguns anos depois. O seu campanário é o mais alto do país e do sudeste da Europa. Possui um mirante, de onde se pode obter uma linda vista de toda cidade.


A Igreja de São Pedro e São Paulo e o seu campanário, um templo católico, no lado oeste da cidade

Mais distante, ainda no lado oeste, admiramos a Catedral Ortodoxa Sérvia da Santíssima Trindade, construída originalmente entre 1863 e 1873, sendo completamente destruída durante a Guerra da Bosnia. A reconstrução do prédio começou em 2009, de forma idêntica à antiga igreja.


A Catedral da Santíssima Trindade, um templo ortodoxo sérvio, no lado oeste de Mostar

A via principal de Mostar chama-se Bulevar, sendo que os bosníacos, ou os bósnios muçulmanos, identificados pelas barbas, vivem a leste; já os croatas, que são católicos, vivem a oeste, assim como os sérvios, estes cristãos ortodoxos. Estas diferenças de etnias, religiões e idéias, tendem a gerar conflitos, que resultaram na guerra civil. Alguns ainda idolatram o ditador Tito, de um socialismo moderado, porque durante o seu governo havia harmonia entre a população. E os mais jovens sonham com a entrada do país na União Européia.


Exemplo de um prédio, que não foi recuperado após a Guerra da Bosnia, no caminho que leva ao lado leste


Os gatos são uma constante em Mostar, andando livremente pela cidade, ignorando as diferenças de religião ou preferência política 

Mostar é famosa pela ponte velha, a Stari-Most, que foi totalmente reconstruída nos moldes originais do Século XVI, quando foi havia sido construída pelo sultão otomano Solimão, o Magnífico. No ano de 1993, sobreveio a Guerra da Bosnia, quando a mesma foi destruída. Os organismos internacionais ofereceram recursos, de modo que a ponte foi reinaugurada no ano de 2004.



Reconstruída após a Guerra da Bosnia, a Ponte Stari-Most, recuperou o formato original do Século XVI; à direita vemos a Torre Tara


Vista do lado oposto, a Ponte Stari-Most, com a Torre Hélébija; no alto do morro vê-se uma cruz branca


A cruz branca marca o lugar onde as forças croatas bombardearam a cidade em 1993, durante a Guerra da Bosnia; Mostar ficou cercada durante 9 meses, sem eletricidade e acesso à comida

A ponte Stari-Most situa-se sobre o Rio Neretva, de águas verde-esmeralda, rodeado por pequenas praias, que emprestam um charme todo especial ao lugar. Mais famosa ainda é a tradição, que virou concurso anual, de saltar da ponte sobre as águas frias do rio, quando se reúne uma imensa platéia para apreciar o feito. Não deixe de observar a grande pedra num canto da ponte, onde se lê: ‘don’t forget ‘93’, o ano em que a ponte foi destruída.


O Rio Neretva nasce nos Alpes Dináricos e desemboca no Mar Adriático


O calçamento da Stari-Most é feito de pedras calcárias, que formam degraus


Já o calçamento da rua de comércio é feito de pedras arredondadas, dispostas de forma irregular

Não longe dali, está a Ponte Torta, que cruza o Rio Rabobolja, este um dos afluentes do Neretva. Esta foi destruída por uma enchente no ano de 2000, mas foi reerguida novamente graças ao patrocínio do governo de Luxemburgo.



A Ponte Torta sobre o Rio Rabobolja


Seguimos em direção à rua do Mercado Velho, o Stari Bazar, no bairro mais antigo da cidade, com calçamento de pedras. Além de cafés e pequenos restaurantes, há muitas lojas que vendem souvenires, artigos de couro, artefatos de cobre, luminárias e tapeçarias.



Percorrendo a rua estreita do Mercado Velho


Vemos artigos que lembram a Turquia e que estão presentes nas lojas do Mercado Velho


Hora do almoço! Próximo à Ponte Velha, na Rua Jusovina 11, fica o famoso restaurante Šadrvan. Ótimo atendimento, boa comida e bons vinhos locais!



O interior do Restaurante Šadrvan nos transporta ao estilo tradicional da Bosnia


Bosnian Schnitzel (bečka šnicla: bečki = ‘vienense’ e šnicla = transliteração do alemão Schnitzel) feito de carne de vitela  empanada e frita com creme azedo e batatas


Taça do vinho local Zilavka: só elogios! Žilavka é uma variedade de uva plantada na região sul de Mostar


Vinhedos de Mostar


Não nos esquecemos de tomar o café bósnio, servido da forma tradicional, isto é, sem coar o pó, com a aparelhagem de café feita de cobre, mas com xícara de porcelana. Este foi servido com um docinho turco, o que pode dispensar o açúcar extra. Lembrar que, no lado croata da cidade, no lado oeste, não se serve café bósnio, tipicamente muçulmano...



Café Bósnio 


Antes de irmos embora, compramos alguns docinhos típicos turcos; nas lojas são vendidos chás, doces, frutas secas e temperos...


O cartaz resume o essencial para se deliciar em Mostar


No começo da tarde, seguimos viagem para a Capital Sarajevo.




terça-feira, 30 de maio de 2023

Bosnia-Herzegovina - Medjugorje

 

Imagem da Rainha da Paz ao sopé da Colina das Aparições

No início de uma tarde de domingo de maio, seguimos viagem desde Split, na Croácia, até a Bosnia-Herzegovina. O nosso destino era a cidade de Medjugorje, situada na área de Herzegovina. Medjugorje é um nome de origem eslava e significa ‘uma região entre duas montanhas’. Esta cidade é famosa pela existência do santuário de mesmo nome, onde teria ocorrido uma aparição de Nossa Senhora, ainda não reconhecida pelo Vaticano. Na chegada, nos hospedamos de imediato no hotel, porém não fizemos um passeio de reconhecimento antes do jantar, como estava programado, devido à persistente chuva, que caía naquele final de tarde.


O altar externo, aos fundos da Igreja de São Tiago, é utilizado nas grandes solenidades do santuário, oferecendo 5.000 assentos para os peregrinos que acorrem ao santuário 

No dia seguinte, fizemos um tour pela cidade. Na visita ao santuário, que se destaca no desenho central da cidade, conhecemos a história da aparição no Monte Krizevac (ou Monte da Cruz). No ano de 1981, seis jovens viram sobre uma colina uma jovem com uma criança nos braços, que fez um sinal para que se aproximassem, mas estes não o fizeram. No dia seguinte, sentindo-se atraídos pelo local, quatro deles e mais dois outros jovens se juntaram ao grupo para irem até lá, onde rezaram e conversaram com Nossa Senhora, que pedia paz entre Deus e os homens e paz entre os próprios homens.


Mapa de localização dos principais pontos de Medjugorje – Fonte: Peregrino de Medjugorje - Facebook

As aparições se tornaram diárias, até mesmo acontecendo em outros locais. Apenas os dois jovens que não retornaram na segunda vez é que nunca mais viram Nossa Senhora. Depois disso, milhares de pessoas, até mesmo de outros lugares do mundo, acorreram ao local, reunindo-se para rezar e vivenciar a sua experiência de paz. Hoje é um dos maiores centros de oração do mundo, comparando-se a Fátima, em Portugal, e Lourdes, na França. As mensagens, tidas como plano de conversão e reconciliação do Deus, se traduzem em: Paz, Fé, Conversão, Oração e Jejum. 

No Monte Krizevac ou Monte da Cruz, os paroquianos construíram uma grande cruz de concreto com mais de 8 m de altura, sendo um lugar muito elevado e de acesso complicado, especialmente quando chove.


O Monte da Cruz, visto sem a habitual neblina, da janela de nosso quarto do hotel

Na Colina das Aparições ocorreu a aparição da Rainha da Paz, tendo-se acesso a ela através de uma trilha íngreme, onde se encontra a estátua de Nossa Senhora, conforme a descrição feita pelos videntes. Para os peregrinos, poder ir ao Monte das Aparições significa um encontro com a Virgem através da oração pessoal e da recitação do Santo Rosário. É um monte cheio de pedras. Nossa Senhora disse que a geografia de Medjugorje foi pensada por Deus para aquele momento.


Início do acesso à Colina das Aparições


Uma escada leva ao sopé da colina

A nossa visita ficou restrita ao sopé da Colina das Aparições, já que as condições de um maior percurso não seriam favoráveis em razão da chuva. Lá existem dois altares, cada um com uma grande cruz azul, que foram erguidas em 1985. Neste local, desde 04/07/1982, o grupo de oração do vidente Ivan Dragicevic se reúne regularmente.


Este é outro altar existente no sopé da colina, também mais acessível àqueles que não conseguem percorrer grandes distâncias com solo pedregoso, que se torna ainda mais difícil ainda com a ocorrência de chuva

Vista do entorno do sopé da Colina das Aparições


No caminho são encontradas lojas de venda de artigos religiosos

A Igreja da Paróquia de São Tiago foi finalizada em 1969 e sucedeu à antiga Igreja construída em 1897, que apresentava rachaduras, erguida que fora sobre o solo instável.


A Igreja de São Tiago integra o Santuário de Medjugorje


No interior da Igreja de São Tiago

Fazem parte do complexo a Capela de Adoração, onde são celebradas missas em vários idiomas na parte da manhã e, à tarde, fica aberta para a oração pessoal e a Estátua da Rainha da Paz, na praça, situada à frente da Igreja, que foi executada pelo italiano Dino Felici, para comemorar o vigésimo aniversário da aparição.

 

À sudoeste da igreja, foi erigida uma estátua de bronze do Salvador Ressuscitado, na Páscoa de 1998, por obra do escultor esloveno Andrej Ajdic. Na Páscoa de 2002, foi criado ali um espaço para a oração de grupos ou pessoas, para aqueles que não podem escalar o Monte da Cruz.


A estátua do Salvador Ressuscitado, onde os peregrinos fazem fila para tocá-lo


No caminho do Salvador Ressuscitado perfilam-se pequenas capelas, que representam os Mistérios Luminosos do Rosário, como esta que representa o 4º Mistério Luminoso


Tempo para descanso, comprinhas e um merecido almoço no Restaurante Pivnica Medugorje


Escolhemos um prato típico da região: o Cevapi acompanhado de fritas e cerveja local


Ao final do dia, um jantar de despedida de Medjugorje, com os colegas de viagem, pois, pela manhã, iríamos conhecer a bela cidade de Mostar



domingo, 28 de maio de 2023

Eslovênia - Liubliana


A Eslovênia (Slovenija) é um pequeno país do leste europeu, com pouco mais de 2 milhões de habitantes, tendo como Capital Liubliana. Foi habitada pelos celtas, fez parte do Império Romano, mas somente no Século VI chegaram os eslavos, vindos da Europa central e oriental, que deram origem ao país, transmitindo-lhe a cultura e a língua eslavas. Ao final da II Guerra Mundial, juntamente com as repúblicas da Bosnia-Herzegovina, Croácia, Macedônia, Montenegro e Sérvia, formaram a República Socialista Federativa da Iugoslávia, separando-se desta no ano de 1990.



O país apresenta regiões montanhosas, como a extensão da cordilheira dos Alpes ao norte e noroeste, além de possuir inúmeros lagos, destacando-se o lago Bled, em cujo centro existe uma ilhota, onde foram edificados uma igreja e um castelo medieval em cima de um penhasco. O litoral, no entanto, limita-se a uma pequena área que vai dar no Golfo de Trieste (cidade italiana), banhada pelo Mar Adriático. 

Após o vôo à Madri, com posterior conexão até Veneza, pernoitamos em Monastier di Treviso, no Vêneto, Itália, partindo pela manhã, por via terrestre, em direção à Eslovênia, rumo à Capital Liubliana, distante 214 km. O caminho reservou-nos bonitas paisagens, ao cruzarmos lagos e florestas, numa sucessão de agradáveis imagens. Passamos por cidades e pequenos vilarejos ao longo do trajeto, porém a nossa passagem pela Eslovênia tinha como objetivo principal conhecer e visitar a bela e cativante Capital. A viagem foi realizada na primavera, mas tivemos chuva e um pouco de frio no roteiro.


LIUBLIANA

 

A Capital da Eslovênia é uma cidade tranqüila, que apresenta uma arquitetura predominantemente medieval. Por vezes, o nome é escrito como Ljubljana, que quer dizer ‘ente querido’. Conhecemos o seu Centro Histórico no período da manhã, cujo movimento começava a se desenvolver lentamente. Nesta parte da cidade, não é permitido o trânsito de veículos. Então, pode-se caminhar sem maiores preocupações. O Rio Lublianica divide a parte antiga da cidade da parte comercial, apresentando um traçado em ziguezague. Via de consequência, a Capital apresenta inúmeras pontes, o que a torna ainda mais encantadora.



A bela e tranquila cidade de Liubliana situa-se às margens do Rio Lublianica

O ponto de partida da visita foi a Praça Prešeren, sobrenome do famoso poeta France Prešeren, cuja estátua encontra-se neste local. Além dele, há outra: a de sua amada Julija Primic, que está logo mais à frente, debruçada numa janela, que se abre de lugar nenhum, pois é esculpida na parede de um prédio. Ela é famosa por tê-lo ignorado completamente. Este enredo temático, aliás, é uma característica da poesia romântica: o amor não correspondido. 



A Praça Prešeren no Centro Histórico de Liubliana


Estátua do poeta France Prešeren

A janela onde se debruça a amada Julija Primic

Um prédio interessante é o da Igreja Franciscana da Anunciação, de cor alaranjada, trazendo à lembrança, de certa forma, a arquitetura colonial.



Na Praça Prešeren encontra-se a Igreja Franciscana da Anunciação

No Centro Histórico, podemos admirar três pontes principais. Logo à frente, encontra-se a ponte principal da cidade, a Triple Bridge, em formato de ‘W’, bem à frente da Igreja Franciscana. É a ponte mais antiga e era a única forma de acesso durante a Idade Média. As demais pontes foram construídas depois. 



A Triple Bridge, ou Ponte Tripla, possui um desenho em forma de ‘W’

A Dragon Bridge, ou Ponte dos Dragões, é a mais bonita, reiterando a admiração dos eslovenos por dragões. Eles guarnecem os dois lados da ponte.



A Ponte dos Dragões espelha-se nas águas do Rio Lublianica

A Clobber’s Bridge, ou Ponte do Sapateiro, foi construída pelos comerciantes para não pagar os tributos, que eram cobrados ao passarem pela Triple Bridge. Sua característica são as colunas ao longo da construção.



Vista parcial da Ponte do Sapateiro, com suas altas colunas

Outra fonte muito conhecida é a Ponte dos Carniceiros, também chamada de Ponte dos Cadeados, que é uma ponte pedonal coberta por uma esteira de vidro; foi inaugurada em 2010 e atravessa o Rio Lublianica, ligando o Mercado Central ao aterro de Petkovšek.



A Ponte dos Cadeados sobre o Rio Lublianica

Uma das estátuas existentes junto à ponte é a de Adão e Eva, banidos do paraíso, feita pelo escultor esloveno Jakov Brdar

O Mercado Central é uma visita obrigatória, para ver e conhecer os sabores e aromas desenvolvidos na gastronomia eslovena. Encontra-se entre a Triple Bridge e a Ponte do Dragão. Está aberto até a primeira hora da tarde, por isso é bom programar-se para visitar logo pela manhã. A arquitetura é muito bonita, com muitos arcos e com detalhes neoclássicos.



Vista do Mercado Central, onde também se encontram cafeterias


O Mercado Central visto sob o ângulo do Rio Lublianica

A Catedral de São Nicolau possui uma arquitetura exterior não muito condizente com o seu interior, contrastando com o aspecto interno ricamente decorado. Mas há detalhes externos que chamam a atenção. A porta principal é feita de metal e ornada com imagens religiosas, que relatam a história da Eslovênia, além de outras portas laterais, com imagens de bispos, uma delas formando uma espécie de ‘carreirinha’ de cabeças de bispos em alto relevo...



A Catedral de São Nicolau está erigida onde inicialmente havia uma igreja românica no Século XIII, sendo restaurada no estilo gótico no Século XIV, após a ocorrência de um incêndio; devido a outro sinistro foi reinaugurada em 1706 no estilo barroco 


Uma das portas esculpidas em bronze da Catedral é a Porta Eslovena, que representa em imagens a história eslovena

Outra atração é a Prefeitura de Liubliana, prédio este erguido ao final do Século XV. Logo à frente, está a fonte dos Três Rios Carniolas, um dos símbolos mais conhecidos da cidade.



A Prefeitura de Liubliana e as imagens internas do átrio do prédio; neste andar ocorrem exposições com temas variados, de cunho cultural, artístico e histórico


A fonte dos Três Rios Carniolas, que cortam a Eslovênia, incluindo o Rio Lublianica, também chamada de Fonte de Robba

O maior ícone turístico é o Castelo de Liubliana, situado no alto de uma colina. Na torre do relógio, tremulam uma bandeira verde e branca e a bandeira atual. Foi construído há cerca de 600 anos. O acesso é feito mais facilmente por funicular, mas há também a opção de uma trilha cansativa, para quem quiser percorrê-la. Em função do tempo de visita, ficamos apenas com os registros fotográficos.



A Torre do Relógio do Castelo de Liubliana com as bandeiras ao alto


A Universidade de Liubliana é a maior e mais antiga da Eslovênia


À frente da Universidade, encontra-se a Fontana Europa, que simboliza a conexão da Eslovênia com a Europa. A Europa e o touro é apenas um molde de 1992 do original de concreto que está na Galerija BoŽidar Jakac em Kostanjevica na Krki. Foi criada por France Kralj (Zagorica 1895 - Ljubljana 1960), escultor esloveno

O prédio da Biblioteca Nacional de Liubliana

A Praça Novi Trg, exclusivamente para pedestres, é uma das mais antigas de Liubliana, sendo que, até o ano de 1515, era um assentamento murado de pescadores fora da administração da cidade. A área foi alterada com o terremoto de 1895, mas ainda remanescem no local as ruas Židovska ulica e sua ramificação Židovska steza (rua judaica), que já foi o local de uma sinagoga medieval. A Fonte Neptuno tem vista para o Rio Lublianica.



A Praça Novi Trg e a Fonte Neptuno com o Rio Lublianica ao fundo


A Filarmonica de Liubliana situa-se perto do prédio da Universidade

Vurnik House, edifício do Cooperative Business Bank, localiza-se na rua Miklosiceva Ulica, no Centro da Capital, sendo um dos edifícios mais famosos de Liubliana. O prédio colorido se destaca por estar inserido num bairro Art Nouveau. Foi construído em 1921 pelo arquiteto Ivan Vurnik, embora sua fachada tenha sido projetada pela esposa vienense Helena. É um dos melhores exemplos da arquitetura de estilo nacional esloveno.



Vurnik House é um exemplo da arquitetura de estilo nacional esloveno


Os Dragon Balls – chocolates com amêndoas, avelãs e aroma de baunilha – fazem sucesso entre os turistas de Liubliana


Produtos eslovenos em destaque: o mel é produzido exclusivamente pela abelha nativa da Eslovênia, que é o único país da União Européia a proteger sua abelha nativa; a cervejaria Pivovarna Union foi fundada em 1864, como uma empresa familiar, tornando-se parte da Heineken Internacional em 2015 


O Mercado de Flores no Centro Histórico de Liubliana

Para encerrar, Liubliana foi eleita como Cidade Verde Européia no ano de 2016, por estimular uma vida urbana ecologicamente correta. Além disso, recebeu o título de Capital Mundial do Livro, pela alta publicação anual de livros, sendo também um importante centro de grandes eventos artísticos internacionais.